Nos tempos passados, um andarilho quase-entidade vagou a todos os cantos do nível.

Depois, na parede qualquer, sem ter mais nada possível de fazer, nos resquícios de consciência ele percebeu uma porta e uma escotilha que não estavam lá anteriormente. Ele abriu a porta e viu uma luz, diferente de todas as luzes de eventos de lutos anteriores, uma forma da clara infinidade, e ele rejeitou o infinito. Ao abrir a escotilha, ele viu uma escada de madeira, curta mas longa o suficiente para descer seguramente, levando até corredores e salas na escuridão.
A luz é uma charlatã, que não ousa sequer visitar as almas, erroneamente correlacionada a positividade, ela apenas as olha de longe. Esperando-te, nas cortinas do breu, o abismo abraça seus filhos e os mantém perto, para que nunca saiam de seus veis.
Junte-se a escuridão, deixe-a absorver-te por completo.
A falta de luz indifere da falta de visão.
O silêncio é ensurdecedor.
Percepção inexiste.
Não há nada para se preocupar agora. Que o Abismo amaldiçoe o luto.
